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CIÊNCIA

Atualizado: 12 de dez. de 2021

Escrever um texto científico é como contar uma boa história.

Por isso, a escrita não pode ser chata e nem enfadonha. É claro que devem ser seguidas regras acadêmicas e também estão liberados os jargões e termos técnicos. Só que é preciso ir além da estrutura clássica IMRD (Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão).


Como em qualquer texto, o objetivo do trabalho científico é transmitir de maneira clara uma mensagem que seja relevante para o leitor.

Logo no início do texto, é preciso convencer as pessoas da importância do seu trabalho e instigá-las a continuar lendo. Expondo sua pergunta inicial, o autor tem que contextualizar o problema com o qual vai lidar durante o trabalho. Nesta fase, além de apresentar o tema da pesquisa, ele deve explicitar as motivações e justificativas para ter realizado aquele experimento.


Ao longo da narrativa, o autor vai contando os passos de sua jornada, demonstrando o quê, como e por quê tomou aquele caminho. No destino final, ele tem que apresentar onde chegou e como seus achados se agregam ao conhecimento já existente e em que direção vão avançar daqui pra frente.


É essencial que a mensagem transmitida se transforme em conhecimento científico útil e relevante, gerando um valor real para o leitor. E esse valor pode ser uma aplicação prática, a confirmação de uma teoria ou ideias para novos estudos.

Com isso, conseguimos de fato uma divulgação científica, pois a Ciência não deve ser um fim em si mesma. Além de servir como ferramenta para compreender a natureza, também temos de usá-la para melhorar a nossa existência e a de outros seres no mundo.


Convido você a ler um pouco mais sobre a narrativa de textos científicos nesta publicação que fiz no LinkedIn.


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